
Meus caros e queridos internautas, como o assunto sobre publicidade, propaganda e consumo interagem-se. E porque não começar falando sobre televisão e sua programação, presente em quase todos os lares brasileiros. A televisão é o veículo de maior peso no Brasil, sabiam?
Chegou a ser definida como a caixinha de distração e da destruição, por ser de um lado um canal informativo e uma opção barata de lazer e por outro, algo que manipula , distorce, influencia e é um convite à passividade, a acomodação. Não podemos negar que a televisão também tem um caráter disperso, desagregador, divulgando informações contraditórias, incoerentes, inconsistentes e ambíguas, sem contar com a grade de programação onde explora de uma forma perversa o sexo.
Basta pensar na crise econômica e política, que agora digam-se de passagem mais política, interrompidas por propagandas que incitam ao consumo. Além das emissoras de canais abertos, empresas de TV via satélite ou a cabo, que cobram assinaturas ou fazem emissões do tipo pagar para ver (pay-per-view), permitem que o telespectador receba em casa dezenas de canais novos, podendo ser nocivo ou não. Eugênio Bucci, já dizia, o Brasil se comunica pela televisão.
Precisamos urgentemente peneirar o que nos é ofertado.
O caráter comercial da televisão é visível a qualquer telespectador. A publicidade está presente em todos os programas. Como consequência, o cidadão é enredado involuntariamente ao mundo do consumo e dos comerciais. Além disso, muitos produtos, serviços ou idéias aparecem na televisão por meio de merchandising. Lembram-se da novela Roque Santeiro, onde as motocicletas Agrale apareciam diariamente no meio e no fim do programa? Com isso, a marca acabou conquistando 8% do mercado paulista (dados da Folha de São Paulo à época).
Nesse contexto mercadológico, alteram-se os comportamentos dos telespectadores. O justo e o injusto, o bom e o ruim começaram a perder sua finalidade, começaram a perder sua utilidade diante do cálculo do maior interesse publicitário, do lucro a qualquer custo, a guerra pela audiência, concordam comigo?
Dissipam-se, portanto os critérios de julgamento do que é certo e do que é errado num contexto de crise moral e ética. Não posso calar-me diante de todo marketing imoral que a televisão apresenta, por mim, pelos meus filhos, pelos cidadãos. Precisamos defender a família brasileira, a nossa família da promiscuidade moral, ética, política e etc.... Merecemos respeito! Não podemos deixar que nos subestimem. Queremos entretenimento, porém com responsabilidade.
E ainda faltou comentar a propaganda de cunho político, meus queridos, sem comentários!
Um início de semana produtivo e maravilhoso e até semana que vem......

































