Em visita hoje (3) ao estádio que está sendo construído em Manaus, ministro Aldo Rebelo, disse que achou o projeto amazonense o que possui o projeto arquitetônico mais bonito Hoje (3), em visita à construção da Arena da Amazônia, em Manaus, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, declarou que o estádio amazonense é o mais bonito entre os seis projetos que ele já visitou. “Esta é a sexta arena que eu visito e achei a mais bonita esteticamente, a mais visível. De fato a Arena (da Amazônia) está à altura de Manaus, à altura do Brasil e à altura da Copa”, declarou o ministro após visitar as obras com o governador Omar Aziz. A Arena da Amazônia começou a ser construída em julho de 2010 e terá capacidade para 44 mil espectadores, com previsão de ser entregue em junho de 2013, um ano antes da Copa do Mundo. Atualmente a obra está 35% concluída, com cerca de 1,1 mil trabalhadores e com os trabalhos concentrados na montagem das arquibancadas e das lajes.
Recebido pelo governador no canteiro de obras da construtora Andrade Guttierrez, Rebelo assistiu a uma explanação sobre o projeto e ouviu de Aziz o pedido para que o Governo Federal se empenhe em liberar os recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “É necessário que haja um entendimento, por parte do BNDES, que os recursos não podem demorar tanto para serem liberados porque entre o cronograma físico e o cronograma financeiro há uma disparidade grande”, disse Aziz. Todo o projeto da Arena da Amazônia está orçado em R$ 532 milhões, sendo R$ 400 milhões financiados pelo BNDES, mas que apenas 20% foi liberado até agora.
Sobre o pleito do governador, Rebelo destacou que quando o Amazonas assumiu o compromisso de organizar a Copa em Manaus, assumiu esta responsabilidade contando com o financiamento do Governo Federal, através do BNDES. “Não podemos deixar o Governo do Estado do Amazonas arcar com responsabilidades que podem estar além daquilo que ele assumiu em co-responsabilidade com o Governo Federal”, afirmou o ministro, referindo-se ao investimento de R$ 70 milhões que o Amazonas já aplicou na obra.

































