Quinta, 25 Agosto 2011 11:25
Entrevistas
Em entrevista ao jornalista Juliano Basile, do jornal Valor Econômico, o ministro Moreira Alves comenta que o Supremo se tornou outro Tribunal. Para o ministro aposentado, a Corte está agora mais política do que em seu tempo, mudou orientações em relação a outros Poderes, passou a dar sentenças em que acrescenta regras para o cumprimento de suas decisões e se informatizou, fazendo com que os ministros tomem decisões através de senhas eletrônicas.
Veja abaixo.
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Sexta, 19 Agosto 2011 15:28
Entrevistas
Em entrevista exclusiva aos colunistas migalheiros José Marcio Mendonça e Francisco Petros, o jornalista e poeta José Nêumanne Pinto comenta o lançamento de sua obra "O que sei de Lula". O jornalista, comentarista de rádio e TV, escritor e poeta José Nêumanne Pinto conheceu Luiz Inácio Lula da Silva em maio de 1975. Desde então, tem mantido contato profissional e pessoal – de início, mais estreito, depois limitado ao noticiário – com o personagem que ele considera o maior líder político do Brasil em todos os tempos. Veja o vídeo abaixo:
Saiba mais:
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Terça, 16 Agosto 2011 09:37
Entrevistas
Em 2001 o empresário Edmilson da Silva Barbosa assumiu a Secretaria-Geral da Junta Comercial do Estado do Amazonas e, desde então, vem promovendo mudanças estruturais no órgão.
Todos os papéis da Junta estão sendo digitalizados, para facilitar a integração com outros órgãos, o site passará a realizar operações pela internet e muitos empresários do interior terão agora a oportunidade de se formalizar sem ter que sair de sua cidade. Com as mudanças, o número de empresas abertas tem crescido mês a mêse, só no primeiro semestre deste ano, o crescimento registrado foi de 15,44%, em relação ao mesmo período do ano passado. Em entrevista ao blog, na correria do expediente da Junta, entre um atendimento e outro, Edmilson, contou como vem ocorrendo todas estas mudanças e como isso facilitará a vida de empresários que, como ele, não tem tempo a perder.
Leia a entrevista abaixo:
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Terça, 02 Agosto 2011 10:13
Entrevistas

Manuel Alceu*
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, publicada ontem, 31/7, o advogado Manuel Alceu, que defende o matutino na luta para derrubar a censura que o atinge há dois anos, afirma que a censura judicial "é um fenômeno crescente" na imprensa brasileira. Numa comparação com o passado, quando o jornal enfrentou duros desafios para informar, ele adverte: "Não são mais os agentes do Executivo, ou os esbirros policiais, que decretam um "psiu" ao noticiário e à livre opinião". Em nossos dias, afirma, "alguns equivocados juízes é que resolveram assumir esse lastimável papel".
Confira abaixo a entrevista na íntegra:
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Quarta, 06 Julho 2011 14:08
Entrevistas
Em 1999, o Grupo Pão de Açúcar era um negócio medíocre, diz Casino
Com expressão quase serena, que raramente denuncia o tom indignado que pontua sua descrição da estratégia engendrada pelo empresário Abílio Diniz para unir Pão de Açúcar e Carrefour no Brasil, Jean-Charles Naouri, diretor-presidente do Grupo Casino, não hesita em classificar o movimento de seu sócio brasileiro como uma "expropriação" de sua empresa. Palavras fortes como "traição", "manipulação", "medíocre" e "insultante" fluem naturalmente no discurso em que lembra que pagou caro pelo direito de assumir o controle do Pão de Açúcar, em 2012. Mas, ele não altera o tom de voz. Na empresa resultante da fusão com o Carrefour, que Naouri define como um "erro estratégico", o Casino teria seu poder de decisão igualado ao de Diniz. A entrevista ao Estado ocorreu um dia depois do encontro com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, no qual Naouri centrou sua argumentação no perigo de o governo brasileiro apoiar uma ação ilegal. Declara que seu sócio violou mais do que um acordo de acionistas e recorre ao Código Civil brasileiro para acusar Diniz de má-fé. Um sinal de que a disputa, que já está no segundo round de uma arbitragem internacional, pode terminar na Justiça.
Por que o sr. veio ao Brasil?
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Quarta, 13 Abril 2011 00:01
Entrevistas
O Núcleo de Conciliação das Varas de Família do Estado Amazonas iniciará na semana que vem o programa “Meu Pai é Legal”, que visa promover o reconhecimento de paternidade de crianças matriculadas na rede pública de ensino. De acordo com estimativas da Vara de Família do Estado, ao menos 30% das crianças matriculadas na rede pública não possuem registro oficial de paternidade na certidão de nascimento. Para saber mais sobre o programa o blog conversou com o juiz coordenador do núcleo, Dr. Gildo Alves de Carvalho Filho. Confira a entrevista.
Blog - O que é o projeto?
Dr Gildo - O projeto, que deve virar programa, é denominado “Meu pai é legal”, numa alusão ao sentido jurídico do termo. Ele visa proporcionar aos alunos matriculados na rede pública de ensino, de inicio na cidade de Manaus, o reconhecimento oficial da paternidade.
Existe uma estimativa de que 30% desta população estudantil não possui reconhecimento paterno no registro. Então fizemos um convênio com a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) para fazer esta abordagem por intermédio da escola, utilizando o calendário de reuniões com os pais.
Vamos até as escolas para oferecer atendimento jurídico e explicar os procedimentos. O atendimento será feito no Pólo Avançado da Vara de Família, que mantemos em parceria com a Ufam.
Blog - E porque vocês resolveram fazer esse trabalho nas escolas?
Dr Gildo - Primeiro porque temos a facilidade de encontrar todas as mães. Não teríamos como enviar intimação para cada uma delas, até porque também entendemos que é uma invasão de privacidade.
Essa é uma iniciativa que deveria ser da mãe, mas às vezes, por vários motivos elas não nos procuram. Então vamos com um discurso nos colégios, uma apresentação, para despertar nelas esta ânsia que deve estar adormecida.
O ambiente da escola é também bem menos tenso que o ambiente da justiça. Vamos conversar num lugar onde elas se sentem seguras, onde a vida delas e dos filhos estão ligadas e com pessoas que elas conhecem, como diretores e professores.
Blog - Quais serão as escolas beneficiadas pelo projeto?
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Segunda, 28 Março 2011 12:25
Entrevistas
"Em 32 anos de magistratura, nunca vi uma coisa tão séria", diz a corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, ao falar das investigações que descobriram um esquema de empréstimos fictícios comandado por magistrados. "O caso me deixa preocupada, porque está caminhando para a impunidade disciplinar. Mas é emblemático. É muito grave e deixa à mostra a necessidade do Poder Judiciário se posicionar", afirma Calmon Os desvios patrocinados por um grupo de juízes federais a partir de empréstimos concedidos pela Fundação Habitacional do Exército foram objeto de investigação dos próprios magistrados. Reportagem da Folha revelou que contratos foram celebrados em nome de associados fantasmas da Ajufer e juízes que desconheciam ter feito qualquer empréstimo. Documentos mostram que, de 2000 a 2009, a Ajufer (Associação dos Juízes Federais da 1ª Região) assinou 810 contratos com a fundação. Cerca de 700 foram fraudados. Ao menos 140 juízes tiveram os nomes usados sem saber, aponta apuração da própria Ajufer. Leia a entrevista abaixo:
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Sexta, 18 Fevereiro 2011 07:00
Entrevistas
Desde setembro do ano passado o Ministério Público de Contas (MPC), que atua de maneira independente dentro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), vêm colocando em prática um novo sistema de distribuição de processos que promete maior celeridade da análise de matérias de entidades, poderes e órgãos estaduais e municipais. Desde então, o número de processos analisados cresceu 19,43%, em comparação com os cinco meses anteriores à implantação do Sistema de Controle de Processos (SCP) e o número de processos acumulados vêm diminuindo mês a mês. O blog conversou com o Procurador Geral do MPC, Dr. Carlos Alberto Souza de Almeida sobre a implantação do novo sistema. O procurador falou sobre a falta de conhecimento público sobre a atuação o MPC e sobre como o planejamento e organização podem contribuir para acelerar análises de processuais.
*Leia a entrevista abaixo:
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Quinta, 20 Janeiro 2011 10:00
Entrevistas
O Diretor Presidente da ARSAM, Fábio Alho, destaca o papel da Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos do Estado do Amazonas e demonstra otimismo quanto às ações do deputado Chico Preto e o governo que inicia.
Confira a entrevista abaixo:
Quarta, 22 Dezembro 2010 08:58
Entrevistas
Este blog recebeu uma “denúncia”, via email, sobre um suposto favorecimento judicial por parte do Juiz Leoney Figliuolo, mas, para evitar injustiças, foi ouvir "o outro lado da moeda". Vejamos: - No último final de semana um caso de favorecimento envolvendo o juiz da 2ª Vara da Fazenda do Estado, Dr. Leoney Figliuolo, foi amplamente divulgado em vários blogs. De acordo com a denúncia, o juiz teria favorecido uma sobrinha, Bianca Figliuolo Fonseca, com a anulação do concurso da Polícia Civil no estado, proferida na última sexta-feira. Nesta quarta-feira o Juiz Figliuolo concedeu uma entrevista exclusiva ao blog, onde esclareceu o caso. De acordo com o juiz, a ação civil pública que resultou no cancelamento da prova foi movida pelo Ministério Público do Estado e não pela estudante Bianca, como foi divulgado. A ação movida pela estudante foi um Mandado de Segurança e dizia respeito a entrega de documentos, segundo informou o juiz. “Quando a ação chegou à vara minha assessora chamou atenção para o nome da requerente. Eu não a conhecia, mas decidi enviar o processo para a 3° vara, para evitar problemas como este”, afirma. Figliuolo afirma que sua decisão, ao contrário da interpretação que foi feita, não favorece a estudante, pelo contrário, Bianca Figliuolo foi aprovada no concurso, mas não teve o direito de se apresentar pois não possuía o comprovante de conclusão do segundo grau. Bianca conseguiu na justiça o direito de apresentar o documento somente no momento da convocação, mas terá que refazer a prova, como todos os outros candidatos, por conta do cancelamento do teste. Sendo assim, a estudante foi prejudicada e não favorecida pela decisão da 2° vara. O juiz conta ainda que não foi procurado pela imprensa, em nenhum momento, para comentar o assunto. “A lei permite que as pessoas escrevam o que quiserem, mas deve haver responsabilidade”, disse.
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